sábado, 13 de agosto de 2011

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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Just Java: 29 e 30 de Abril

O evento JUST JAVA que aconteceria nos dias 29 e 30 de Novembro de 2010 foi transferido para os dias 29 e 30 de abril. Isto ocorreu por conta do Java One que foi realizado em uma data muito próxima. Segue abaixo o comunicado oficial no site da SUCESU-SP:

Congresso e Exposição - 2011

”JUST JAVA nova data 29 e 30 de Abril de 2011”

Para melhor atender a toda a comunidade de Java do Brasil a SUCESU SP e o SOU JAVA decidiram por adiar o Congresso e Exposição Just Java previsto para ser realizado em 29 e 30 de Novembro próximo, para os dias 29 e 30 de Abril de 2011 no Centro de Convenções do SENAC Santo Amaro.

Os Congressistas que se inscreveram no Just Java e já pagaram, poderão obter conosco a credencial free para o JavaOne, evento que estaremos apoiando em conjunto com o SOU JAVA, que ocorrerá de 07 a 09 de Dezembro no Transamérica Expo.

sábado, 27 de novembro de 2010

Defesa de Mestrado

Pessoal.

Segunda-feira dia 29/11 será minha defesa de mestrado. Aos que tiverem interesse, estou postando aqui o PDF de apresentação e vídeo de demonstração.

Em breve estarei publicando os detalhes do sistema desenvolvido durante o mestrado.

PDF da apresentação: http://www.4shared.com/document/bMhTxdAV/Apresentao_Defesa_27-11.html

PDF da Dissertação: http://www.4shared.com/document/_Z8-0CTg/Dissertao_Elaine_verso_28-10-1.html


Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=Vlc-ugGIseI

Grata pela atenção de todos.
[ ]s Elaine

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Televisão Digital Portátil e Televisão Digital Portátil Interativa

A TVDP (Televisão Digital Portátil) combina dois produtos de consumo considerados os mais vendidos na história: televisão e telefone celular. Os aparelhos celulares atuais oferecem diversas funcionalidades entre elas enviar e-mails, mensagens multimídia, MP3, rádio, internet, download de imagens, vídeos e, agenda. Estes também oferecem diferentes modos de conectividade como, por exemplo, Infravermelho, Bluetooth e WiFi. Assim, como uma evolução natural já é possível assistir TVD em aparelhos celulares e em alguns países, usufruir de alguns serviços interativos de TVDP. (Melo, 2005)

Conforme relatório da Nokia “This Box Was Made For Walking…” (Esta caixa foi feita para andar...) prevê-se que até 2011 a procura por TVD em celulares explodirá com mais de quinhentos milhões de clientes assinantes de serviços. O relatório diz ainda que a televisão portátil esta na sua infância, tanto em termos de adoção quanto de produção sendo difícil prever como será o seu impacto. A evolução da televisão portátil será determinada por vários fatores entre eles o tecnológico, comercial, social, político e regulamentar, baseando-se nas plataformas existentes, principalmente os da televisão, telefonia celular e Internet.

Uma das razões citadas no relatório que levam as pessoas a assistirem televisão no celular é a flexibilidade de se ter acesso à televisão a qualquer hora e em qualquer lugar. Os usuários consideram a independência do aparelho de televisão como um dos principais benefícios da televisão no celular. (Orgad, 2006)

Em um estudo encomendado pela Ericsson e pela rede de televisão Americana CNN, 34% dos usuários gostariam de ter programação televisiva como um dos serviços em seu aparelho celular. 44% informaram que tem a intenção de adotar a televisão no celular nos próximos dois anos. 24% dos usuários de televisão portátil utilizam o serviço todos os dias, e 52% semanalmente. Com uma pontuação de 77%, as notícias dominam as preferências, seguidas por programas da televisão aberta, com 48%.

Segundo Fuoco (2008), durante a realização do evento Mobile World Congress em Barcelona, o presidente mundial da Ericsson, Carl Henric Svanberg, afirmou em uma coletiva de imprensa que “o mundo caminha para a televisão personalizada, individual, em que cada um escolhe a programação, o aparelho e o horário em que quer assisti-la.”

Em 2002, na Coréia sinais de televisão já estavam disponíveis e eram transmitidos através de uma rede de telefonia celular padrão significando tarifas por minuto para assistir à televisão e contas de telefone incrivelmente altas. No ano seguinte, Samsung e Vodafone lançaram telefones que recebiam transmissões de televisão analógicas locais gratuitamente na Coréia e no Japão. Entretanto, havia dois problemas graves: entrecortamento do vídeo e alto consumo da bateria.

Fornecer sinais de televisão em um dispositivo como um celular apresenta diversos desafios entre eles a transmissão de dados de vídeo que requer velocidades de transmissões rápidas. As velocidades de entrega de dados para a rede 2G variam de 10 a 14Kbps, o que faria um programa de televisão parecer um show de slides. A rede 2,5G tem velocidades de entrega de 30 a 100Kbps, tornando o vídeo entrecortado. Por fim, a rede 3G fornece velocidades de 144Kbps a 2Mbps que junto a outras técnicas permite uma transmissão de dados de vídeo em boa qualidade.

Outro desafio é a largura de banda. Dados de televisão ocupam muito mais espaço que os dados de voz. Uma rede celular poderá tornar-se extremamente lenta ao fornecer televisão ao vivo para milhares de telefones celulares simultaneamente. Para tentar solucionar este problema o multicasting pode ser utilizado, pois economiza largura de banda ao permitir que a comunicação seja enviada de um ponto para um conjunto selecionado de pontos da rede. (Layton, 2006)

O consumo de bateria também é outro desafio. Receber, processar e exibir conteúdo de vídeo requer bastante bateria e os telefones celulares são limitantes nesta questão. Técnicas de economia de energia como o fracionamento de tempo, que transmite dados em intervalos espaçados, de modo que o receptor possa se desligar entre as transmissões podem ser aplicados para solucionar este problema. A Figura 5 apresenta um exemplo de arquitetura básica para a televisão portátil.






Fazem parte desta arquitetura:
a) Rede Celular: pode ser adotada como canal de retorno para a interatividade do usuário com os programas, (e) ou as próprias operadoras de telefonia celular podem utilizar a rede para oferecer serviços aos seus clientes, como por exemplo, a TVDP paga. Diante de uma assinatura mensal, os clientes da operadora poderiam receber uma programação diferenciada de televisão em seu dispositivo;

b) Rede de Televisão: responsável por transmitir o conteúdo da televisão Aberta de forma a ser captada corretamente pelo dispositivo;

c) Dispositivo Portátil: deve estar apto a receber os sinais digitais e a interatividade que são transmitidos pelas emissoras através da rede de televisão e também da rede celular;
d) Plataforma de Cooperação: para oferecer o potencial completo da TVDP será preciso que as diversas prestadoras envolvidas trabalhem em conjunto. É neste contexto que está incluída esta plataforma de cooperação, responsável por “orquestrar” este trabalho em conjunto. (Melo, 2005)

Conforme Alencar (2007), a operadora Telia Sonera acredita que a TVDP será a grande onda do mercado móvel e desde 2005, a Nokia está trabalhando na área. Além disto, a empresa Strategy Analytics estimou que neste ano (2009), as redes de difusão de telefonia móvel atingirão 51 milhões de clientes. Também em 2005, a operadora SK Telecom da Coréia do Sul, passou a ofertar televisão portátil com 12 canais de vídeo e áudio e serviços como internet.

Escandinavos e coreanos já usam a TVDP, enquanto que empresas como Vodafone e O2, da Europa, ainda estão se organizando para isto. O país mais adiantado neste sentido é o EUA. As empresas Cingular, Verizon já fornecem serviços e canais para seus clientes e a Qualcomm lançará sua televisão portátil com capacidade de até 100 canais de difusão. No Brasil, somente a Rede Bandeirantes tem um acordo com as operadoras celulares para transmissão de notícias.

Segundo Guerreiro (2001), a convergência entre a TVD e as redes celulares de terceira geração, acarretarão em muitas aplicações para as redes móveis como: programas de rádio e televisão, áudio e vídeo on demand, jogos, interatividade, notícias, metereologia, finanças, viagens, trânsito, mapas, comércio, internet, transferência de arquivos, serviços de emergência, serviços de localização, acesso remoto, escritório móvel, e-mail, voz, mensagens, e-commerce, e-banking, etc. Além disto, Guerreiro também apresenta os possíveis serviços de vídeo em veículos: informações de trânsito, informações de viagens, informações turísticas, serviços de emergência, serviços de reserva, etc.

Os benefícios gerados por esta convergência são vários, como as vantagens estratégicas para o país (comércio, tecnologia e evolução), mercadológicas para as empresas de mídia (novos serviços, produção de conteúdo e definição de imagem), comerciais para a indústria de equipamentos (royalties, importação, exportação) e acesso para os cidadãos (receptores, interatividade, novos serviços e aplicações).

Apesar de ainda estar sendo implantada no Brasil, a TVD já possui alguns aparelhos portáteis que suportam o padrão brasileiro, entre eles celulares, receptores USBs (Universal Serial Bus) e miniTVs. Algumas empresas de eletroeletrônicos estão investindo tanto no desenvolvimento de dispositivos fixos quanto nos dispositivos portáteis, enquanto outras se focam apenas em um desses dispositivos. As Figuras 6, 7 e 8 mostram alguns dispositivos portáteis.

Segundo a ABNT NBR 15602-1:2007, os receptores aqui no Brasil são classificados em Full-Seg (todos os 13 seguimentos) e One-Seg (apenas 1 segmento). Full-Seg são os receptores fixos, isto é, os STBs (conversores digitais) e receptores de 13 segmentos, integrados com tela de exibição (mas não exclusivos a estes), enquanto que, One-Seg são os receptores portáteis (handheld) que incluem celulares, PDAs, SmartPhones, televisores portáteis (miniTVs), USBs, dongle e receptores para veículos automotivos e, diferentemente dos dispositivos Full-Seg, os dispositivos One-Seg são capazes apenas de receber e decodificar os sinais transportados na camada “A” (locada no segmento central) do fluxo de transporte e sinais de perfil básico.
















Televisão Digital e Televisão Digital Interativa: aspectos arquiteturais

A TVD é uma evolução natural da televisão analógica, e não somente isto, é também uma nova plataforma com impactos ainda não muito claros sobre a sociedade. Sistemas de TVD podem ser definidos como um conjunto de padrões e especificações, que definem seu comportamento e funcionamento. A televisão não ficaria de fora da tendência mundial de convergência tecnológica, em que os mercados se misturam e substituem suas plataformas analógicas por digitais. (CPqD, 2006; Fernandes, 2004; Moreno, 2006)

Os sistemas de TVD podem oferecer, além de áudio e vídeo digital de alta qualidade, a interatividade, isto é, o telespectador agora deixa de ser passivo, deixa de apenas sentar ou deitar em seu sofá e assistir televisão, passando a ser um usuário, interagindo com o conteúdo transmitido, usufruindo da televisão de forma muito parecida a um computador, sendo até mesmo chamados de tevenautas (telespectador + internauta) ao invés de telespectador e/ou usuários. Além disto, com a digitalização dos sinais de televisão, o espectro de radiofreqüências é otimizado, o que libera mais de dois terços do espectro, ampliando o número de canais de comunicação. (Loss, 2008)

Muitos benefícios virão junto à implantação da TVD entre eles pode-se citar maior quantidade de informações transmitidas, além da já tão esperada alta qualidade de imagem e som, com diferentes câmeras para angulação da cena e som surround; novos serviços como tele texto, t-commerce, t-gov, t-banking, e-mail, SMS (Short Message Service – Serviço de Mensagens Curtas), jogos, etc.; interatividade local, intermitente ou permanente; convergência com a rede de computadores; entre muitos outros benefícios. (CPqD, 2006)

Vários países em diversos continentes já estão utilizando sistemas de TVD interativa há algum tempo, como por exemplo, EUA, Europa e Ásia. Em alguns o processo de mudança do sistema analógico para o digital ainda está acontecendo. Segundo FERNANDES (2004), três ondas de impacto ocorrem quando da mudança de um sistema analógico para o digital: 1. Nas redes de televisão: substituição dos equipamentos de captura, edição e transmissão interna de áudio e vídeo analógicos por digitais; 2. Na sociedade: adoção de um padrão uniforme de codificação, transmissão e modulação, difusão e recepção digital; 3. Novos modelos de negócios que permitam à população investir em novos equipamentos e também às redes obter retorno sobre os investimentos.

CRUZ_A (2008) cita também dois atores importantes em um sistema de TVD que passam a ser fundamentais: os provedores de conteúdo que devem desenvolver os programas televisivos e distribuí-los digitalmente e os telespectadores que receberão este conteúdo. Atualmente no Brasil algumas emissoras já produzem o seu conteúdo de forma totalmente digital, ocorrendo apenas a transmissão em analógico. Os formatos de imagens oferecidos pela TVD também serão diferentes:

a) HDTV: high definition television, ou televisão de alta definição, possui relação de aspecto 16:9 e som estéreo com até seis canais. Os sistemas de HDTV utilizam sistema com 750 ou 1125 linhas por quadro, 60 quadros por segundo, varredura progressiva de 60 campos por segundo sem intercalamento e 720 ou 1080 linhas ativas por quadro (720p); (ABNT NBR 15602-1:2007; CPqD, 2006; Fernandes, 2004; Mendes, 2007]

b) SDTV: standard definition television, ou televisão de definição padrão, tem como parâmetros 525 linhas por quadro, sistema de varredura entrelaçado ou progressivo, sendo a freqüência de quadro e de campo variante entre 30 e 60 Hz, a relação de aspecto pode ser 4:3 ou 16:9 e, por fim 720 (720p) linhas ativas por quadros; (ABNT NBR 15602-1:2007; CPqD, 2006; Mendes, 2007)

c) EDTV: enhanced definition television, ou televisão de definição melhorada (ou estendida), possui relação de aspecto 16:9, 480 ou 576 linhas, resolução horizontal de 704 ou 720 pixels (independentemente da relação de aspecto), varredura progressiva, áudio estéreo de 5 canais, tendo uma qualidade de imagem melhor que a SDTV; (CPqD, 2006; Fernandes, 2004; Mendes, 2007)

d) LDTV: low definition television, ou televisão de baixa definição, é empregado para transmissão de receptores móveis e portáteis, utiliza varredura progressiva e relação de aspecto 4:3 ou 16:9 e som estéreo. Os formatos para estes receptores são SQVGA (Super Quarter Video Graphics Array – Váriavel de Vetor Gráfico Super 1/4): 160x120 ou 160x90; QVGA (Quarter Video Graphics Array – Váriavel de Vetor Gráfico 1/4): 320x240 ou 320x180; CIF (Common Intermediate Format – Formato Padrão Intermediário): 352x288; QCIF (Quarter Common Intermediate Format – Formato Padrão Intermediário1/4): 180x144; etc. (ABNT NBR 15602-1:2007, Fernandes, 2004; Mendes, 2007)

Segundo Mendes (2007), em um canal de 6MHz é possível fazer várias combinações destes formatos para transmissão, havendo uma banda reservada para a transmissão de dados. Assumindo o padrão de compressão H.264, a Figura 1 apresenta algumas das possíveis combinações, entre elas duas que não usam a banda de dados e, a Figura 2 apresenta o conjunto de padrões de um sistema de TVD terrestre. O conteúdo da TVD interativa pode ser transmitido de diversas formas: por cabo, satélite, radiodifusão terrestre ou internet. O meio de transmissão terrestre é o utilizado no Brasil. (Loss, 2008)

Vídeo e áudio são os serviços indispensáveis à transmissão. O Middleware acrescenta a interatividade e novos serviços como t-gov, t-commerce, educação à distância, entre outros. Mux (multiplexador) é o componente que multiplexa os sinais de televisão e, por fim, Transmissão é o meio de transmissão dos sinais digitais. Os componentes básicos de um sistema de televisão são: Estúdio se refere à produção, edição e acabamento do conteúdo; Transmissão é a radiodifusão do conteúdo produzido e; Recepção ocorre por meio de antena e do aparelho de televisão. (CPqD, 2006; Fernandes, 2004)





As centrais de produção (ou provedores de serviços) são também subdivididas, conforme mostra a Figura 3. O subsistema de produção deve gravar, editar e criar programas e cenas, sendo então armazenadas ou recuperadas pelo subsistema de armazenamento, que deve conter o codificador MPEG (Moving Picture Experts Group – Grupo Especialista). O subsistema estúdio de dados é um estúdio especializado que realiza o processo de produção de dados, gerando vídeo-texto e páginas HTML (HyperText Marcape Language – Linguagem de Marcação de HiperTexto), e também o processo de produção de aplicações, responsável pelo desenvolvimento de softwares. O subsistema de transmissão contém agora um streammer que transmite e recebe fluxos de transporte MPEG-2, facilitando a geração de fluxos que podem ser transmitidos através das redes de computadores com qualidade e custo menor, reduzindo a necessidade de links de satélite. (Fernandes, 2004)

Ainda na central de produções, existe um módulo de muita importância, que junto ao multiplexador e o STB (set-top-box) interativo, permite a existência da TVD, o módulo de transmissão de dados. O subsistema gerador de carrossel deve transformar um conjunto de dados em um fluxo elementar, transmitindo-o ciclicamente. O principal objetivo do gerador de carrossel é autorizar a instalação de uma cópia de um sistema de arquivos produzido pelo estúdio de dados, no STB, tendo estes arquivos várias finalidades como, por exemplo, apresentar um EPG (Eletronic Program Guide – Guia Eletrônico de Programação).

Já o multiplexador funde um (ou mais) fluxos de dados ao áudio e vídeo, compondo então os programas e por fim os serviços oferecidos e consumidos pelo telespectador. Na recepção doméstica, o STB interativo deve ser capaz de enviar e receber dados através de um canal de retorno e também de interpretar os fluxos de dados multiplexados, tornando possível então a interatividade. O usuário pode utilizar o controle remoto ou até mesmo um teclado para interagir com os programas. Caso isso não ocorra, tem-se apenas a interatividade local. (Fernandes, 2004

O provedor de acesso possui um gateway que possibilita ao STB conectar-se à internet obtendo dados e serviços de internet além de, através de um modem (ou outro meio) permitir o STB o processamento de interação local. O STB também interage com um Provedor de Serviços específico. Este provedor de serviços oferece um produto e/ou serviço relacionado ao áudio, vídeo e dados produzido na Central de Produções.

Um sistema de TVD interativa pode ser representado em camadas conforme Figura 4. Cada padrão Internacional de sistema de TVD adota uma especificação/padrão para cada camada. Na camada mais baixa encontra-se a camada de transmissão e modulação, em que a informação é levada de um ponto para outro, por intermédio de sinais, usando um meio de propagação. Em seguida a camada de transporte e multiplexação têm como função receber a informação gerada pelos codificadores de áudio, vídeo e dados de aplicações e, através da multiplexação gerar em sua saída uma seqüência única de pacotes. (Alencar, 2004; Cruz, 2008; Fernandes, 2004; Mendes, 2007)





A camada de codificação e compressão é responsável por remover redundâncias nos sinais de áudio e vídeo, conseqüentemente reduzindo a taxa de bits para transmissão dessas informações. Middleware é a camada responsável pela integração de todas as subcamadas do sistema, é uma camada intermediária entre hardware e software, ou seja, o sistema operacional dos dispositivos de TVD (fixos, móveis ou portáteis), provendo também a interatividade. A camada de aplicação é aquela responsável pela captura e formatação dos sinais de áudio e vídeo, assim como o desenvolvimento de aplicações interativas.